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JUSTIÇA

Tribunal de Justiça mantém ordem de demolição de imóvel comercial em área de risco

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Ação demolitória fundamentou-se no Código de Obras do Município de Rio Branco, conforme artigo 192 da Lei n° 1.732/2008.

A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Acre decidiu, à unanimidade, manter a ordem de demolição de um imóvel comercial, situado no bairro Cadeia Velha. Desta forma, deve a prefeitura de Rio Branco proceder à ordenação da cidade e utilizar-se do poder de polícia para por fim ao risco de desmoronamento.

Segundo os autos, o imóvel está localizado à margem do Rio Acre, e em terreno com risco iminente de deslizamento de terra, solos expansíveis e erosão acelerada. Ele está interditado desde 2013, no entanto, foi denunciado que o proprietário não respeitou a ordem administrativa de deixar o local.

O Juízo da 3ª Vara de Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco decidiu pela demolição da “Casa da Castanha”, compreendendo que deve preponderar a coletividade, incolumidade social e segurança da vizinhança local sobre o direito de exercer atividade empresarial em circunstâncias de risco, até para o próprio requerido.

Contudo, o dono do imóvel apelou ao Colegiado, argumentando uma possibilidade de reforma estrutural e contestando o laudo pericial apresentado. Mas, o apelo foi desprovido e a decisão publicada na edição n° 6.318 do Diário da Justiça Eletrônico (pág. 9).

ACRE

Vice-governador quer Lava Jato no Acre para investigar empréstimos milionários feitos pelo PT

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O vice-governador do Acre, Werles Rocha (PSDB), declarou em recente postagem nas redes sociais ser defensor ferrenho de uma investigação da Operação Lava Jato no Acre para investigar inúmeros empréstimos feitos pelas gestões petistas, principalmente, no governo Tião Viana (PT).

Rocha destacou que esteve reunido com o governador Gladson Cameli e o ministro da Economia para entregar um relatório de como receberam o Estado após 20 anos de gestão petista.

“Existia uma facilidade muito grande em realizar empréstimos junto ao BNDS. Tanto eu como o Gladson estamos torcendo que esse país seja passado a limpo e nosso estado também, a Lava Jato deveria vir ao Acre investigar os contratos milionários que foram feitos”, declarou.

Werles ressaltou que o Acre precisa dessa investigação para saber aonde foram empregados os mais de R$ 4 bilhões tomados em empréstimos. “A gente não vê essas obras aqui. Além de procurar saber lá atrás, na primeira eleição do Lula, aonde o Acre gastou mais de R$ 20 milhões com propaganda e que está em dados da empresa Asas Publicidade, a mesma do mensalão”, destacou Rocha

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ACRE

Justiça Militar nega julgar tenente do Bope preso no AC por ter contato com facção

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O caso do tenente do Batalhão de Operações Especias (Bope), Josemar Farias, preso há quase cinco meses, ganhou um novo episódio. A Justiça Militar devolveu o inquérito e solicitou que a Câmara Criminal de Rio Branco decida qual Vara Criminal deve julgar o caso.

Farias foi preso no dia 27 de dezembro de 2018, na Operação Sicário da Polícia Civil do Acre, suspeito de manter contato com membros de facções criminosas.

A Justiça já negou um pedido de liberdade feito pela defesa do tenente. O militar é denunciado pelos crime de peculato, prevaricação, organização criminosa e corrupção passiva. Farias segue preso no Batalhão Ambiental, em Rio Branco.

Na decisão, o juiz da Auditoria Militar, Alesson José Braz, destaca que os crimes supostamente praticados pelo tenente não se enquadram no Código Penal Militar. Em fevereiro deste ano, a defesa e o Ministério Público solicitaram que o caso fosse julgado pela Justiça Militar.

“Para tipificar a conduta do acusado como crime militar é necessário uma análise detida do art.9º do Código Penal Militar, o qual define o conceito de crime militar em tempo de paz. Os crimes imputados ao acusado Josemar Barbosa Farias não se adequam às hipóteses previstas no art.9º do Código Penal Militar”, frisa o magistrado.

Ao G1, o advogado de Farias, Mário Rosas, explicou que o juiz suscitou o conflito de competência, ao solicitar que a Câmara Criminal decida quem deve julgar o caso. Segundo Rosas, o impasse atrapalha as ações da defesa, que ainda não conseguiu a soltura do tenente.

“Nessa questão temos o pedido de revogação de prisão. A defesa quer que tramite com urgência, qual dos juízes vai decidir sobre as medidas cautelares, principalmente sobre a revogação da prisão, tendo em vista que já tem 148 dias que o acusado está preso”, lamenta.

Rosas relembrou ainda que um dos argumentos usados para que a Justiça Militar julgue o caso é que três, dos quatro crimes atribuídos a Farias, são de competência da Auditoria Militar. Ele diz que o processo ganhou uma dimensão complexa e já identificou irregularidades nos procedimentos.

“A defesa quer, primeiramente, a soltura dele para depois analisar essas questões mais complexas que vão levar um tempo razoável, sendo que a instrução processual sequer teve início. Isso está trazendo um prejuízo enorme para a defesa”, critica.

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