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confira o que os astros revelam para esta sexta (29/11)
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SER MAIORES
Data estelar: Lua míngua em Escorpião.
Transforma cada dia num lembrete de que não nasceste para ser apenas um reprodutor da natureza nem tampouco do sistema que chamamos de civilização, mas nasceste principalmente para decidir, no íntimo de teu coração, ser maior do que as circunstâncias, do que o cenário em que existes, nasceste para responder afirmativamente ao ardor de teu coração que te conecta a uma visão ampla e inclusiva.
Se tua vida se resumir a reproduzir a natureza e a civilização, serás infeliz, porque terás fechado a porta que outrora se abriu, e te mostrou uma visão ampla e inclusiva de uma realidade muito maior do que a da reprodução, te mostrou a veia criativa que é característica de cada um e de todos os seres humanos, te mostrou que a liberdade consiste em decidirmos ser maiores do que qualquer coisa que nos oprima.
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AQUÁRIO | 29 DE NOVEMBRO
Correio Braziliense -
ÁRIES | 29 DE NOVEMBRO
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CÃ?NCER | 29 DE NOVEMBRO
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CAPRICÓRNIO | 29 DE NOVEMBRO
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ESCORPIÃO | 29 DE NOVEMBRO
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GÊMEOS | 29 DE NOVEMBRO
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LEÃO | 29 DE NOVEMBRO
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LIBRA | 29 DE NOVEMBRO
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PEIXES | 29 DE NOVEMBRO
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SAGITÁRIO | 29 DE NOVEMBRO
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TOURO | 29 DE NOVEMBRO
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VIRGEM | 29 DE NOVEMBRO
Correio Braziliense
ÁRIES (nascimento entre 21/3 a 20/4)
As pessoas fazem barulho com suas opiniões, pretendendo ser tratadas como donas da verdade, só que cada uma delas tem uma verdade diferente, dando a pensar que muito provavelmente estejam todas equivocadas.
TOURO (nascimento entre 21/4 a 20/5)
Por mais confortável que seja sua situação atual, ela começa a se transformar numa prisão, na qual suas lindas ideias a respeito do futuro ficam presas, esperando pela chance de se expressarem. Nada espere, faça.
GÊMEOS (nascimento entre 21/5 a 20/6)
Construir relacionamentos é o verdadeiro destino de nossa humanidade, e é justamente por isso que a solidão pesa tanto sobre a alma, já que ela denuncia que nos distanciamos perigosamente de nosso destino.
CÂNCER (nascimento entre 21/6 a 21/7)
Use o discernimento para distinguir as potencialidades interessantes que se apresentam agora, daquelas que nem valeria a pena perder tempo se encantando, não importa quão brilhantes e promissoras parecerem.
LEÃO (nascimento entre 22/7 a 22/8)
Além de todo o trabalho que você desempenha, é de fundamental importância que você reserve tempo suficiente e de qualidade para seu descanso, porque com a alma leve e relaxada, você tomará decisões mais sábias.
VIRGEM (nascimento entre 23/8 a 22/9)
Conclua o que estiver ao seu alcance e o que significaria um alívio, para não ter mais de carregar em suas costas tanta coisa. Não podendo dar um ponto final, pelo menos faça algo para se aproximar disso. É por aí.
LIBRA (nascimento entre 23/9 a 22/10)
A divindade, assim como também a maldade, estão nos detalhes. Portanto, daqui para frente, tenha mais atenção a todos os detalhes do que considerar interessante, porque sem atenção se transformam em pontas soltas.
ESCORPIÃO (nascimento entre 23/10 a 22/11)
Agora é quando sua alma precisa se sentir segura, só que para obter esse resultado seria necessário se lançar à aventura de obter recursos materiais, e isso, paradoxalmente, envolve assumir alguns riscos.
SAGITÁRIO (nascimento entre 22/11 a 21/12)
Nem todas as iniciativas deveriam ser tomadas na hora em que arde o coração de vontade de seguir em frente. É para isso que nascemos seres humanos, para não depender só de impulsos, mas também da construção da sabedoria.
CAPRICÓRNIO (nascimento entre 22/12 a 20/1)
Por mais potente que seja sua vontade atual, melhor será ganhar tempo e adiar as ações que você colocaria em marcha com as iniciativas. Qualquer tempo que você ganhar será um benefício maior conquistado.
AQUÁRIO (nascimento entre 21/1 a 19/2)
Pessoas têm aos montes e todas, de uma forma ou de outra, estão dispostas a estabelecer relacionamentos, mesmo que de forma superficial. No entanto, pessoas de qualidade, que você precisa, são raras, mas existem.
PEIXES (nascimento entre 20/2 a 20/3)
Lance com entusiasmo suas ideias ao futuro, mas considere com carinho as experiências acumuladas nos tempos recentes, mediante as quais sua alma aprendeu a diferenciar boas ideias de fantasias descartáveis. Em frente.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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