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Glicked double bill may not match Barbenheimer buzz, experts say | Film

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The great Barbenheimer clash of summer 2023 – when Barbie came out on the same day as Oppenheimer – will for ever be a part of cinema history for capturing the public imagination and bringing audiences back to cinemas in droves after years of Covid-induced antipathy.

So it’s unsurprising, that in an attempt to recapture some of the excitement, fans have come up with a new portmanteau: Glicked, used to refer to the face-off between Gladiator II and Wicked this week.

Ridley Scott’s quarter-century-in-the-making sequel to his 2000 Oscar winner, and Jon M Chu’s adaptation of the beloved stage musical have been released a week apart in the UK and on the same day in the US. And it is hoped the competition will inspire audiences to grab their popcorn for both – sometimes even in back to back screenings.

“If it has a similar effect to what it did for Barbie and Oppenheimer, it would be amazing,” Paul Mescal, who stars as Lucius in Gladiator II, told Entertainment Tonight. Cynthia Erivo and Ariana Grande, who co-star as Elphaba and Glinda in Wicked, were also both on board with the concept, with Erivo saying: “Glicked is what it is and that is what we should be doing.”

Meanwhile, memes on social media have jumped on the mashup. The artist Eqarti posted a poster placing Mescal’s Gladiator next to Elphaba, the Wicked Witch of the West, as they head toward Oz, with the caption: “goodbye barbenheimer, it’s time for glicked”. Another meme placed Lucius and Glinda in the same pose as Michelangelo’s Creation of Adam on the ceiling of the Sistine Chapel.

“The so-called Glicked movie mashup is reminiscent of the Barbenheimer phenomenon and is definitely creating a cultural buzz,” said Paul Dergarabedian, senior media analyst at Comscore. “Though it’s not quite at the Barbenheimer level, it has certainly raised the profile of both films.”

Sam Glynne, head of EMEA entertainment and culture marketing at UTA, said what Barbie, Oppenheimer, Gladiator II and Wicked had in common was “a fearless take on visceral storytelling, elevated by smart marketing and social and PR campaigns that captivate audiences from all angles before they’ve even ordered their popcorn.”

But according to Tim Richards, CEO of Vue cinemas, there hasn’t been much evidence of people booking double bills like they did for Barbenheimer.

Box office records were broken in summer 2023 when films Barbie and Oppenheimer were released on the same weekend. Photograph: Chris Pizzello/AP

“People are, however, booking both movies pretty extensibly right now,” he said. “The word of mouth has been very strong, and all social media has been on fire.”

The opening weekend for Gladiator II in UK and Ireland was £9.1m – the biggest opening for a Scott picture. The film entered the international box office last week with $87m, marking the biggest international R-rated opening weekend for Paramount Pictures as well as the best overseas debut for Scott, whose highest-grossing films include The Martian ($630m globally) and Gladiator ($465m globally).

“Wicked is also going to be absolutely extraordinary,” Richards said. “We’ve sold almost a quarter of a million tickets before a single screening – that’s more pre-sales than Barbie. They’re talking of an opening weekend of somewhere between $160m and $200m.”

But, despite the enthusiasm, some fans are becoming wary of the constant attempts to reinvent Barbenheimer (there was talk of Saw Patrol last year, and Gladdington as recently as last week). One TikTok user said: “There will never be another barbenheimer.” Another person posted on X: “stop trying to make glicked happen.”

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David Hancock, a media and entertainment analyst at Omdia, agreed that Glicked was entirely manufactured. “It isn’t a double bill. Gladdington was also tried, and didn’t set alight, because it seemed forced and derivative.”

The reason Barbenheimer took off, Hancok added, was because it came together organically. “It was a particular moment [in the recovery of cinema], at a particular time [summer] with particular films [they both were original scripts].”

Similarly, Phil Clapp, CEO of the UK Cinema Association, said he would “hesitate to draw too many parallels with the almost unique set of circumstances” around Barbenheimer.

Clapp said what was actually happening right now was “something like a return to the normal pattern of major releases we saw pre-pandemic and pre- Hollywood strikes.” The successive release of Paddington in Peru, Gladiator 2, Wicked, and Moana 2 and Mufasa: The Lion King later this month, was “a hugely welcome fillip” for cinemas after a prolonged period of restricted releases.

Richards also emphasised that the standout story of this season was a return to the pre-pandemic market of film releases. Whether Glicked is a thing or not, he said, there was a huge buzz and fans were flocking to theatres – which was a good thing.

“It reinforces the fact that audiences are there, and we just need movies that bring them to theatres. Suddenly we’re very good value for an evening out because people are having an amazing time and want to come back.”

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

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A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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